Diagnóstico previsto
A condição precisa constar na relação contratual e atender à definição clínica indicada.
Cobertura para doenças graves
Quando uma doença grave prevista na apólice é diagnosticada, a cobertura pode pagar o valor ao próprio segurado para uso livre durante o tratamento e a reorganização da vida.
DG“Mais liberdade para cuidar da saúde sem abandonar tudo o que sustenta a família.”
Diante do diagnóstico de uma doença prevista, o capital é pago em vida e pode ser usado conforme a necessidade do segurado.
Veja como funciona →Faça do seu jeito
Escolha quantas prioridades quiser. Esses são os principais impactos quando isso acontece.
Como funciona
O contrato e as condições gerais definem exatamente quando há cobertura. Aqui você entende a lógica antes de simular.
A condição precisa constar na relação contratual e atender à definição clínica indicada.
Laudos, exames e relatórios são apresentados para análise da seguradora.
Caracterizada a cobertura, o capital é pago ao segurado conforme as condições aplicáveis.
Na vida real
O capital deve refletir o que você quer preservar, não apenas um número genérico.
Apoia despesas de saúde, deslocamentos e necessidades que surgem no período.
Pode ajudar a manter compromissos financeiros enquanto você se dedica ao cuidado.
Cria espaço para reorganizar trabalho, casa e apoio aos dependentes.
Dúvidas frequentes
Em caso de diferença, prevalecem a proposta, a apólice e as condições contratuais vigentes.
Não. A cobertura vale para as doenças expressamente previstas e que atendam aos critérios médicos definidos no contrato.
Depois de paga, a indenização normalmente tem uso livre. Você pode priorizar tratamento, renda, adaptações ou outras necessidades.
Pode existir. A carência e outros critérios devem ser confirmados nas condições do produto contratado.
SIMULAÇÃO LIVRE E SEM COMPROMISSO